"Todas as opiniões aqui expressas são da inteira responsabilidade do autor de cada postagem, não coincidindo, necessariamente, com as posições do órgão público cujos quadros o autor integra nem de qualquer órgão do governo brasileiro".

Efeito Pigmalião

Efeito Pigmalião
Pygmalion and Galatea,
por Ernest Normand (1886)

"Efeito Pigmalião. Em 1965, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson realizaram uma pesquisa em que professores de escolas de ensino fundamental foram informados de que certos alunos eram intelectualmente bem-dotados e deviam ser ensinados e monitorados de acordo com isso. Como era de esperar, esses alunos tiveram o desempenho de pessoas muito inteligentes. O problema foi que eles não eram bem-dotados, mas alunos normais. O fato porém de terem sido tratados como se fossem mais inteligentes fez com que eles correspondessem às expectativas. Pesquisas semelhantes com estudantes revelaram resultados similares; quando eram informados de que a inteligência é imutável, eles tendiam a ter um desempenho pior nos testes. Se ouviam que ela é variável, seu desempenho era melhor."


por Dean Burnett, Eliana Rocha


"Prepare-se para uma divertida viagem pela neurociência e surpreenda-se com o fato de que o seu cérebro não é tão inteligente assim


Acontece o tempo todo. Você vai até a geladeira, liga o computador, abre uma gaveta buscando algo e, quando se dá conta, não tem a menor ideia do que está fazendo. É como se o seu cérebro estivesse sabotando a sua vida. E está mesmo.


Maravilha absoluta em muitos aspectos, o cérebro é, sem dúvida, um órgão "bem-intencionado", mas algumas vezes também se mostra bastante confuso e falível. Percebendo isso, o neurocientista Dean Burnett decidiu pesquisar os principais mistérios, pontos cegos, apagões e outros aspectos risíveis do cérebro humano.


Em O cérebro que não sabia de nada – best-seller internacional –, o autor celebra de maneira divertida as muitas falhas cometidas pela mente humana e, apoiado na ciência e na pesquisa, revela como o cérebro realmente funciona e por que somos criaturas tão confusas, caóticas e ilógicas. Culpa do cérebro, que não sabe de nada".

"Todas as opiniões aqui expressas são da inteira responsabilidade do autor de cada postagem, não coincidindo, necessariamente, com as posições do órgão público cujos quadros o autor integra nem de qualquer órgão do governo brasileiro".

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