Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

*Atenção! O texto a seguir é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência!

Certo dia, Professor Mévio, dando continuidade às aulas sobre constitucionalismo, explicava fatos sobre a primeira experiência constitucional do chamado "constitucionalismo clássico". Anteriormente, já havia comentado sobre o "marco inicial do Constitucionalismo" e sobre o "documento histórico considerado por muitos a origem das Constituições".

O aluno, de nome Chatominion, não estava prestando muita atenção na aula, mas, ao ouvir a palavra "direitos humanos", logo ficou alerta e pensou: "lá vai o professor defender bandidos, vou gravar para o movimento "faculdade sem partido".

Ocorre que, para grande estranheza do aluno Chatominion, o Professor Mévio discorria a respeito da declaração de direitos estadunidense de 1776, a chamada Declaração de Direitos de Virgínia, explicando que a mesma proclamou o direito à vida, à liberdade e à propriedade, além de outros direitos humanos, como o princípio da legalidade, liberdade de imprensa e liberdade religiosa.

Chatominion não compreendia como o direito à vida, à liberdade religiosa e à propriedade poderiam estar ligados aos direitos humanos, que, para ele, era "direitos dos bandidos".

Prestando mais atenção à aula, escutou o Professor Mévio discorrendo que, após Declaração de Independência dos Estados Unidos, foi promulgada a Constituição dos EUA, em 1787, e que tal constituição era o maior exemplo de constituição clássica.